domingo, 15 de outubro de 2006

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Reparei agora que ultrapassámos hoje as dez mil visitas. Não é muito, para sete meses de existência. Apesar disso, atendendo a que se trata de um blogue local, julgo que se pode considerar um início aceitável. Lá mais para o fim do ano, tentaremos fazer uma análise do caminho percorrido pelo Atribulações Locais. Entretanto, aproveitem para ler os textos já publicados .....


... e os caros leitores, aceitem as saudações amigas do pessoal aqui do blogue.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Missão no Líbano


Estão em fase avançada de preparação os militares da Companhia de Engenharia, que no próximo mes de Novembro partirão para o Líbano.
Este é o contributo que o estado português disponibilizou, a pedido da ONU, para a reconstrução do Líbano.
É uma missão de paz e de reconstrução de infraestruturas da rede viária que enobrece Portugal, o Exército e os militares destacados para tão importante e humanitária missão.
Ao nosso conterrâneo Capitão Artur Espada Caracho, oficial de Pessoal e Logística, bem como aos restantes militares da nossa Companhia de Engenharia, deseja o "Atribulações Locais" os maiores êxitos.
Mourato Talhinhas

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quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Preocupem-se, se fazem favor!

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Continuo a não gostar, quando olho para esta torre da igreja, aqui mesmo no centro da cidade de Vendas Novas.

A questão é que ao longo dos anos me habituei a disfrutar do Ninho de Cegonha que ali estava até alguém ter decidido derrubá-lo no passado mês de Agosto. O ninho foi derrubado e, pelos vistos, tudo se passa como se nada se tivesse passado. Mas não foi isso que se passou. Nem mesmo se, por algum acaso, decidirmos colectivamente fazer de conta que nada se passa, faremos que o problema desapareça. Não vai desaparecer.

Eu sei perfeitamente que se trata de uma micro-causa. Sei bem que há em Vendas Novas imensos problemas bem mais importantes e decisivos para o nosso futuro colectivo. Sei perfeitamente que seria mais bem aceite se, pura e simplesmente, desistíssemos de nos importar. Mas ainda assim, o tal problema de fundo não desaparecia.

Um ninho de cegonha é, pelas leis da República e por direito colectivo, um património da comunidade. Isso implica que os cidadãos e cidadãs desta terra se importem, se preocupem. A população é parte integrante deste processo, por respeitar a uma singela parte do património colectivo. Parte integrante, no sentido de que tem uma palavra a dizer, de que deve ser considerado. Ou, no mínimo, de que deve ser informado.

O que se passou agora com este ninho de cegonha foi exactamente o mesmo do caso dos enormes eucaliptos cortados num bairro da cidade, aqui há uns meses, apenas porque alguém achou que estavam ali a mais. Ao que parece, ninguém, ou quase, se preocupou. Agora, ao que também parece, novamente ninguém ou quase, se preocupou.

E foi também o mesmo dos vários ninhos de cegonha que, na área urbana de Vendas Novas, foram silenciosamente derrubados ao longo dos últimos anos. Também, ao que parece, sem que ninguém se importasse. Afinal, há leis ou não há leis que proíbem determinantemente estas coisas de acontecerem? E se há, devem ser respeitadas e fazerem-se respeitar, ou têm apenas mero carácter indicativo? É que se for isso, então estou enganado.

Hoje parece ser com uma causa insignificante, amanhã será com outra questão qualquer, um dia destes acordamos e descobrimos que já não nos importamos com nada. Que é tudo um faz-de-conta. Não estará na altura de nos preocuparmos?

Preocupem-se, se fazem favor!

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terça-feira, 10 de outubro de 2006

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A partir de hoje e durante uma fase que espero seja transitória, os leitores que utilizem o browser Mozilla Firefox poderão encontrar problemas ao nível da visualização deste blogue. Para todos os restantes, em princípio não haverá problemas. Este facto está relacionado com pequenas alterações que estou a tentar implementar neste espaço. Agradeço a todos a melhor compreensão. Por outro lado, agradeço também que me digam (para o email indicado na barra lateral à direita) se tiverem algum problema na visualização do Atribulações Locais, seja qual for o browser que utilizam (por exemplo, descordenação nos tipos de letras, caracteres ilegíveis, cores alteradas, fotos ou outras peças fora do sítio usual, ... ..., esse tipo de coisas).
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Entretanto, aproveitem para nos ajudar a conhecer melhor o perfil dos nossos leitores, indicando que temas gostariam de ver aqui tratados no futuro. Para isso, deverão utilizar o espaço próprio na barra lateral. O sistema só permite um "voto" por cada visitante, mas podem ser indicados um ou vários temas em simultâneo. Está também disponível uma opção em aberto (a última na lista), em que os leitores podem indicar outros temas da sua preferência. Em qualquer altura, pode consultar-se o andamento das escolhas já efectuadas, clicando em "View Results".
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Obrigado pela vossa ajuda. Saudações amigas para todos os nossos leitores.

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domingo, 8 de outubro de 2006

A opinião dos leitores

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O amigo e leitor Mário Nuno Madeira fez o favor de enviar o texto abaixo para divulgação do 5º Encontro de Aeromodelismo, que se realizou no passado fim-de-semana em Vendas Novas. Pelo que me apercebi, trata-se de uma manifestação anual que já atingiu um nível de organização e de visibilidade externa muito considerável. Oxalá os vendasnovenses saibam acarinhar e apoiar quem se dedica a este tipo de actividades.
João Fialho
("alentejodive")




5º Encontro de Aeromodelismo em Vendas Novas

No dia 1 de Outubro do corrente ano, no Aeródromo da Escola Prática de Artilharia, realizou-se o 5º Encontro de Aeromodelismo. Neste evento inscreveram-se 91 aeromodelistas oriundos de vários pontos do país e do estrangeiro, tendo voado cerca de sessenta. O público apareceu em força.

Durante o dia voaram vários aeromodelos, desde os mais nostálgicos (como as Pipers) aos jactos. Várias lojas da especialidade, empresas e instituições apoiaram esta actividade, a qual foi considerada por muitos dos presentes como a maior manifestação de aeromodelismo do país.






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sábado, 7 de outubro de 2006

A opinião dos leitores

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O texto abaixo, que vincula apenas o seu autor, foi-nos enviado por email com a intenção de ser aqui publicado. Trata-se de uma questão que terá consequências ao nível das autarquias e, desde logo, também no caso de Vendas Novas. No Atribulações Locais, pretende-se continuar a proporcionar aos leitores a possibilidade de enviarem textos para publicação, com assuntos referentes a Vendas Novas e que considerem de alguma forma relevantes.

João Fialho
("alentejodive")



LEI DAS FINANÇAS LOCAIS

Decorreu no Centro Cultural Polivalente um “Debate sobre a Proposta de Lei das Finanças Locais”.

Considero que o tema seria de bastante interesse se na verdade houvesse um “Debate” entre todas as forças políticas envolvidas. Mas, com surpresa ou talvez não, os oradores foram:
  • Abílio Fernandes, deputado à Assembleia da Republica, membro da CDU
  • Jerónimo Lóios, Presidente da Associação de Municípios do Distrito de Évora, membro da CDU.
  • Jorge Pinto, docente universitário (desconheço a sua filiação partidária mas, não deverei errar se não for igualmente membro ou simpatizante do Partido Comunista).
  • Moderador: José Figueira, Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, membro da CDU.
É um facto que o actual governo quer levar por diante a famigerada Lei das Finanças Locais. Para tal tem já o secretário de Estado da Administração Local, andado a reunir-se com os autarcas socialistas no sentido de os demover de intervir contra a medida proposta pelo seu Governo. O secretário de Estado já chegou ao ponto de referir que a Associação Nacional de Municípios é conservadora e imobilista. É sabido que a nova Lei, a ser aprovada, criará um conjunto de medidas altamente penalizadoras e opositoras do desenvolvimento local e a redução de transferências do Orçamento do Estado irá provocar asfixia de alguns municípios com mais dificuldade.

Um dos argumentos do actual governo é o da solidariedade nacional para com todos os portugueses e que as receitas do IMI que subiram 15% irá compensar o não aumento das verbas do Estado para autarquias em 2007. Os cortes ao nível do financiamento e outros ao nível da gestão de recursos levam a que a maioria das autarquias se vejam restringidas de realizar inúmeros projectos de desenvolvimento local e regional, com obvias consequências na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Das propostas do PCP já sabemos que pura e simplesmente advoga que as autarquias passem a receber 37% do montante de IRS, IVA e IRC. As autarquias recebem actualmente 33% dessas receitas e em 2007 implicaria um reforço de transferências de mais 295 milhões de euros. Destes 220 milhões para os municípios e 75 milhões para as freguesias.

Todos sabemos que existem autarquias que são despesistas e sabemos igualmente que existem Câmaras que, como tem de mostrar obra, são muitas das vezes levadas a fazer empreendimentos que são autênticos “Elefantes Brancos”. Sabemos também todos que o poder central gasta muito e mal. Mantêm a febre despesista do tempo guterrista e depois atira para cima das autarquias locais e das regiões autónomas as culpas pelo aumento da despesa. O Governo deveria olhar para si próprio e para os maus hábitos que tem, antes de atirar as culpas para os outros. Vamos aguardar pelo desenrolar dos acontecimentos.

José Sequeira
jsilvasequeira@clix.pt

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sexta-feira, 6 de outubro de 2006

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TROVA D'AMOR À CRIANÇA
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Criança, componho para ti
Uma trova d'amor, d'afeição,
Vou cantar-ta com sofreguidão
Delirantemente, em frenesi
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Canto, que ao olhar-te me enterneci,
Na tua candura em profusão
Na inocência que brota do teu coração
Nos olhos mais puros que jamais conheci
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Trova que idealizo com ardor
A tocar-me a alma profundamente
Que te canto como um meigo trovador
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E ao olhares-me tão docemente
Rogo teu carinho por divino favor
Só alcançando-o ficarei contente
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Jodro

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Pormenores no Jardim Público

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Sem querer de forma alguma ultrapassar competências alheias, peço o favor a quem for responsável por estas coisas que, se houver essa possibilidade e se não for pedir demais, mande efectuar uma verificação aos vários bebedouros existentes no nosso Jardim Público. Alguns estão continuamente, e desde há algum tempo, a desperdiçar água. E aquele que está mais perto da "Ilha" apresenta vestígios de oxidação, o que também poderá aconselhar alguma manutenção.

Uma outra questão, que aproveito apenas por estar também relacionada com esses bebedouros, tem a ver com o facto de alguns terem sido alvo de vandalismo, tendo o mesmo acontecido numa das paredes das instalações de WC no mesmo Jardim Público e em alguns outros locais desse espaço. Tudo isto já aconteceu há muito tempo. Sobre esse assunto, permitam-me que aconselhe ter presente a estratégia (baseada na "
Teoria da janela partida", de James Wilson e George Kelling) utilizada com evidentes resultados práticos pelo então "mayor" de Nova Yorque - Rudolf Giuliany no combate aos pequenos delitos. Há exemplos de políticas postas em prática que vale a pena conhecer.

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quinta-feira, 5 de outubro de 2006

ERA UMA VEZ UM CHINÊS



Era uma vez um chinês que, indiferente ao esplendor da dinastia Ming ou dos clamores da Revolução Cultural, começou a pensar em mudar para o outro lado do mundo, mais propriamente para poente.
Acontece, porém, que tinha esposa e filhos – coisa sempre de ponderar quando se pensa em tomar uma decisão tão arriscada como esta.
Por isso mesmo resolveu aconselhar-se com outros cidadãos cujos familiares haviam corrido a mesma aventura e iam enviando boas notícias da sua nova vida. Num momento de maior lucidez contactou mesmo alguns familiares que viviam em Macau e, naturalmente, tinham informações mais fidedignas sobre o país para onde pensava, em princípio emigrar.
Feitas as contas – das quais faziam uma boa dose de confiança nas informações recebidas e no apoio dos seus compatriotas – acabou por deixar a terra do Sol Nascente e rumar em direcção ao Sol Poente.
É claro que não vamos aqui pormenorizar as dificuldades deste desconhecido e aventureiro chinês. Para o caso que interessa bastará dizer que, depois de andar de um lado para o outro, de Herodes para Pilatos ou seja de terra em terra, lá acabou por encontrar o sítio ideal para se estabelecer. E, de tantas por onde andou, foi aqui mesmo, na praça central de Vendas Novas, a da República, que encontrou disponível o sítio exacto para montar a sua “loja dos trezentos”, templo de bugigangas e baratezas, que os locais apreciam muito.
O sítio era de tal forma ideal que até tinha sido aí que funcionara, durante anos, a “histórica” Pastelaria Império, recanto de encontros e desencontros, de saudades e de recordações. De tal forma que ainda hoje ali se juntam na frente do actual centro bugigangal, quais sem abrigo, os velhos frequentadores do outro templo. Isto para já não ter que destacar que a dita pastelaria era a produtora do único “doce local” a que, inspirados na Escola Prática de Artilharia, situada mesmo defronte, deram o nome de “granadas”.
Indiferentes a estas “glórias” os donos da mítica Pastelaria Império resolveram vender este último reduto da convivência e da identidade pasteleira vendasnovense ao nosso amigo chinês. Xin Fu, assim se chama ele, estava feliz. Comprou o edifício todo, desde a frente até ao forno, comprou mercadorias, gastou todos os seus haveres no projecto, sonhava prosperar.
Eis senão quando a Câmara mandou fechar tudo. Que não, que tinha que se preservar a história e a vivência da praça e a identidade das “granadas” – que alguns passantes teimavam em procurar na esperança de levarem uma especialidade da terra – que mais isto, que mais aquilo.
É claro que Fu ficou fulo! Vendo-se na desgraça, implorou que ao menos o deixassem montar uma banca pública, em plena praça, para escoar a sua mercadoria e alimentar a família.
A Câmara autorizou (provisoriamente, é claro). Mas logo outros comerciantes instalados com artigos do mesmo ramo, e mais ou menos na Praça, invocam (e com razão) o lado inestético da coisa, o ambiente feirante que denegria a cidade – só para não dizerem que temiam a concorrência. O protesto atingiu tais dimensões que até mesmo aqueles que comerciavam as mesmas bugigangas e que, para além disso, ainda por cima abusam da ocupação do passeio – que é coisa pública e como tal é de todos – com a exposição exterior das ditas, foram os mais recalcitrantes.
Estava eu nisto, a ver como tudo terminava, quando acordei. Afinal, tudo não tinha passado de um sonho. As lojas dos trezentos continuam a substituir os velhos cafés e as antigas tertúlias que ali pontificavam. A Câmara não mandou fechar coisa nenhuma e o passeio continua atafulhado. Os “sem abrigo” continuam à sombra da laranjeira em frente do templo bugigangal.

Maio de 2004
Leonel da Cunha

Nota – Esta crónica, da autoria do Sr. Leonel Cunha, foi publicada na Gazeta de Vendas Novas em Maio de 2004. Pela sua actualidade, (dada a proliferação de lojas chinesas na cidade e no país) e ainda pelo seu valor literário, pedi permissão para aqui a transcrever, e agradecer ao autor.

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terça-feira, 3 de outubro de 2006

Vídeos da canção "Deixa-me sentir", de Pedro Madeira

.JESC 2006 - Portugal

Video promocional de Portugal, com a canção do Pedro Madeira: "Deixa-me sentir".

Pedro Madeira

Video da canção "Deixa-me sentir"

Os amigos leitores também podem ver
aqui o vídeo da canção vencedora do Festival da Canção Júnior 2006:
"Deixa-me sentir", interpretada pelo Pedro Madeira, de Vendas Novas.

(Informação disponibilizada pelo nosso colaborador "Bomdebola")

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segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Núcleo Sportinguista de Vendas Novas: afectividade e paixão clubística

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O Sporting Clube de Portugal (SCP) tem cerca de 240 núcleos em todo o país. O Núcleo Sportinguista de Vendas Novas (NSVN) é, reconhecidamente, um dos que apresenta maior dinamismo a nível nacional. Para isso, muito contribui a excelente relação existente entre o SCP e este seu representante local. É, aliás, curioso verificar que se situam no Alentejo alguns dos mais dinâmicos núcleos do Sporting.

Este tipo de associações têm a vantagem de se constituírem como elos de união entre, por um lado, o próprio clube que está na sua génese (neste caso, o Sporting) e, por outro lado, os adeptos e simpatizantes que vêem assim criadas melhores condições para a aproximação ao seu clube de eleição.


Este núcleo existe desde há cerca de 6 anos em Vendas Novas, tendo sido seu primeiro Presidente da Direcção o Sr. Fernando Matias Candeias. A primeira (e anterior) sede, situada na zona da Boavista, tinha sido inaugurada em 15/9/2001, exactamente um ano após o nascimento do núcleo. Na altura, o NSVN já contava com cerca de 700 sócios. Actualmente esse número está quase a atingir os mil sócios.

As actuais instalações, igualmente situadas em Vendas Novas, existem desde há cerca de um ano junto ao Largo dos Bombeiros Voluntários, estão abertas todos os dias entre as 12.30h e as 23.00h/24.00h e oferecem muito boas condições aos que as frequentam. Foi prioridade estabelecida da actual direcção criar condições para que se formasse um ambiente saudável e todos ali se sentissem confortáveis. Esse facto motivou que, segundo o que me foi dito, ali se desloquem grupos familiares, especialmente ao fim-de-semana.

Além dos eventos de carácter recreativo que têm lugar na actual sede, o NSVN organiza também excursões para assistir aos jogos no Estádio José de Alvalade. Para tal, muito contribui o facto de já ter promovido a venda de largas dezenas de Gamebox (bilhetes anuais para os jogos do SCP) e de proporcionar facilidades na aquisição de bilhetes para os diversos jogos ao longo da época futebolística.













Os 13 membros dos actuais corpos sociais da associação repartem-se entre a Assembleia-geral (3), a Direcção (7) e o Conselho Fiscal (3). O actual Presidente da Direcção é o amigo João Paulo Varanda, a quem se deve muito do dinamismo que o núcleo respira. Na breve conversa que com ele mantive a propósito para esta divulgação aqui no Atribulações Locais, falou-me de vários projectos que tem em mente para o desenvolvimento do núcleo. É uma pessoa que respira dinamismo e organização o que, juntamente ao facto de se tratar de alguém muito ponderado nas suas atitudes, nos deixa a ideia de que é a pessoa certa para encabeçar este tipo de associativismo de base desportiva.


Entre outras coisas realçou o que, em sua opinião, constituem vantagens em adoptar um tipo de gestão racional e equilibrada, de forma a desenvolver o Núcleo de forma sustentada e a salvaguardar o futuro da própria associação que serve. Sem descurar o importante papel da afectividade e da paixão quando postos ao serviço de uma causa.



Por tudo isso, está de parabéns o Núcleo Sportinguista de Vendas Novas, não só pelo que já conseguiu alcançar, mas também por ter ao seu serviço pessoas com capacidade para manter um nível de dinamismo notável, atendendo às limitações com que se debatem estas associações de carácter local.

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domingo, 1 de outubro de 2006

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Quiosque junto à Casa do Benfica em Vendas Novas

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sábado, 30 de setembro de 2006

O elogio da sensatez


Coincidência ou não, a verdade é que a sinalização que delimita a supressão da berma neste troço de estrada, melhorou consideravelmente nos últimos dias, como se comprova. Abro um parêntesis para dizer que agora, com o recente enchimento, o declive ficou quase imperceptível e bem menos perigoso.

Um bem-haja ao responsável pela obra. Os automobilistas agradecem a atenção e desta forma ficamos todos bem mais aliviados.

Há chamadas de atenção que valem a pena. Para isso muito contribui o impacto das eventuais consequências e a sensatez dos destinatários, como é comprovadamente o caso.

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Amanhã, entre as 9:00h e as 18:00h
Aeródromo da EPA (Estrada para Lavre)

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Parabéns, Pedro !!!

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Foto cedida pela Rádio Granada.
Com sinceros agradecimentos ao amigo Carlos Branco.
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O Pedro Madeira está de parabéns pela sua excelente prestação no Festival da Canção Júnior 2006. Estão igualmente de parabéns todos os elementos do coro que o acompanharam neste óptimo desempenho de interpretação da Canção nº 5 - "Deixa-me sentir". O que é naturalmente extensivo ao Telmo Falcão (autor da música), e aos pais e avós do Pedro e a todos os que desde o princípio o ajudaram nesta iniciativa.

Pedro Madeira
(Vendas Novas)

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.....................................Em Outubro, no Atribulações Locais:

.....................- "Comunidade chinesa em Vendas Novas: fenómeno ou globalização?"
.....................- "Bifanas de Vendas Novas: uma instituição regional?"
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sexta-feira, 29 de setembro de 2006

É logo mais, na RTP 1

FESTIVAL DA CANÇÃO JÚNIOR 2006
29 de Setembro, 21:30


As dez canções e concorrentes apurados como finalistas do Festival da Canção Júnior 2006, a realizar no Tivoli, são:

1 - Só Eu Sei - Mariana António, 14 anos
2 - HRP (História e Rapugrafia de Portugal) - Gustavo Almeida, 12 anos, Guilherme Salgueiro, 11a anos e Diogo Farias, 12 anos
3 - Ouve o Teu Coração e Canta Trio da Pop (10, 9 e 8 anos)
4 - Só Quero um Mundo Melhor - Tiago Batista, 15 anos
5 - Deixa-me Sentir - Pedro Madeira, 13 anos
6 - Há Sempre uma Canção - Marisa Almeida, 15 anos
7 - Uma Canção Fora de Moda - Ana Rita Ribeiro, 15 anos
8 - Tudo o que Penso - Daniela Pinto, 8 anos
9 - Nas Noites de Paris - Bárbara Pinho, 14 anos
10 - Sonho de Verão - João Ferreira, 12 anos.

É importante que acreditem, vai valer a pena dar o benefício da dúvida ao nosso representante. O primeiro passo será ver o Festival. Depois, se tudo decorrer dentro da normalidade, o acto de votar na canção do Pedro Madeira será instintivo.

Força Pedro!

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quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Festival da Canção Júnior 2006
Sexta-feira, 29.Setembro, na RTP1

Canção n.º 5 - "Deixa-me sentir"
Intérprete: Pedro Madeira (de Vendas Novas)
Letra: Pedro Madeira / Música: Telmo Falcão

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domingo, 24 de setembro de 2006

MULHER! COMO TE ADMIRO!
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Mulher! Meus olhos d'admiração p'ra ti levanto
Quando passas elegante na rua
Como quando os levanto p'ra Lua
Admirando o seu sedutor encanto
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Olhando-te inspiras meu canto
Minha poesia é inteiramente tua
Quando bela teus filhos geras seminua
Ofertando vidas à Terra com feliz pranto
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És o jardim do imenso Mundo
Donde desabrocham vidas continuamente
Que tu formas sofrendo sorridente
Com amor sincero, profundo
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És tu que dás sequência à vida
És a escultora da Humanidade
És o amor a pureza a verdade
Que esculpes em teus filhos definida
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No alto do teu sublime pedestal
O Homem te olha escarninho
Mas tu o talhas no teu ventre com carinho
És a deusa da vida superior, ele! Banal
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Minha sensibilidade em ti se encerra
Por isso te canto com amor e devoção
Clamando que tu e a criança são
Os seres mais belos que há na terra
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Jodro

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