terça-feira, 19 de junho de 2007
terça-feira, 15 de maio de 2007
Sinais
Cheguei a ter algumas esperanças…
Sim, tive algumas esperanças de um dia ver desaparecer os postes de cimento e os postes de madeira que estão plantados nas nossas ruas e avenidas, e que ocupam os passeios, locais reservados aos peões.
Cheguei a ter esperança de ver um dia abrir valas para enterrar os cabos de transporte de energia eléctrica e do sinal telefónico.
São centenas de postes, e dezenas de quilómetros de cabos aéreos, que tecem uma teia por toda a cidade..
Perdi as esperanças, quando de há um mês a esta parte, mais um “vendedor de sinal”, começou a estender cabo sobre os cabos já instalados. Só frente à minha porta, passam já “três cabos aéreos”.
O lançamento deste novo cabo aéreo, significa, que nos próximos dez anos não se vai pensar em enterrar cabos.
Sai mais barato aos operadores de sinal ou de energia o “primitivo” transporte aéreo, poupam milhares de euros na manutenção das linhas e milhões no investimento inicial.
E nós? Até quando temos de suportar estes atentados ao ambiente e à paisagem urbana?
Não bastam os “slogans”, é preciso olhar para a cidade com outros olhos, "com olhos de ver".
A beleza duma cidade está no seu todo, e na harmonia entre espaços livres e edificados.

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MouTal
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segunda-feira, 12 de março de 2007
Os contentores do meu descontentamento (2)
Pegando nas palavras de alguns dos nossos comentadores, vou voltar ao tema “os contentores do meu descontentamento”, para dizer o seguinte:
Em minha opinião, os contentores, são de todo o mobiliário urbano, o que está mais visível na nossa cidade e que impressiona negativamente os que aqui vivem, quem nos visita, ou simplesmente atravessa a cidade.
Alguém escreveu “Os contentores estão onde foram colocados respeitando algum plano de colocação em toda a cidade. Penso eu de que!...”
É verdade que eles estão onde foram colocados, (como diria o “senhor de L
Quanto a mim eles foram colocados aleatoriamente, e onde cabiam, espalhados pela área urbana da cidade, de modo a que façam uma cobertura minimamente satisfatória para a recolha dos lixos.
Se foram feitos cálculos do volume de lixo produzido por agregado familiar, densidade populacional, estabelecimentos comerciais na área, etc… etc… não sei, e pelo que me é dado observar, duvido que algum estudo tenha sido feito, presumo que devem ter sido distribuídos a… olhómetro.
Mas aquilo para que queria chamar a atenção das pessoas, é para os contentores como mobiliário urbano, porque eles são… feios… porcos… e maus.
Aquele modelo já foi banido dos principais municípios alentejanos. Nem as freguesias rurais querem aqueles monos!
Montemor e Évora são um bom exemplo, basta ver algumas fotografias e comparar.
Como o ano tem 365 dias e apenas 1/365 é dedicado ao “ambiente”… eu que procuro ser pouco acomodado, e como quero o melhor para a nossa cidade, achei que devia fazer alguns reparos aos inestéticos contentores, e à sua colocação.
Quanto aos munícipes deixarem o lixo fora do contentor, há dois ou mais casos a considerar; pouca capacidade, acesso (boca do contentor) limitado, ou incúria do cidadão. Cada um que responda por si.
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MouTal
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segunda-feira, 5 de março de 2007
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
À Procura de um Título
Será um rasgo de imaginação criativa, uma ilusão óptica, uma provocação estética, um caso de poluição visual, um esbanjamento abusivo de impostos, ou simplesmente uma alegoria ao mito da queda que caracteriza a mentalidade colectiva dos portugueses?
Sarutla
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sarutla
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Categorias: Urbanismo













