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Video da RTP1 relativo ao Campo de Férias na Landeira(Nicolaus).
www.camposdeferias.com
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Publicado por
Guilherme Ferreira da Costa
às
19:03
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Cheguei a ter algumas esperanças…
Sim, tive algumas esperanças de um dia ver desaparecer os postes de cimento e os postes de madeira que estão plantados nas nossas ruas e avenidas, e que ocupam os passeios, locais reservados aos peões.
Cheguei a ter esperança de ver um dia abrir valas para enterrar os cabos de transporte de energia eléctrica e do sinal telefónico.
São centenas de postes, e dezenas de quilómetros de cabos aéreos, que tecem uma teia por toda a cidade..
Perdi as esperanças, quando de há um mês a esta parte, mais um “vendedor de sinal”, começou a estender cabo sobre os cabos já instalados. Só frente à minha porta, passam já “três cabos aéreos”.
O lançamento deste novo cabo aéreo, significa, que nos próximos dez anos não se vai pensar em enterrar cabos.
Sai mais barato aos operadores de sinal ou de energia o “primitivo” transporte aéreo, poupam milhares de euros na manutenção das linhas e milhões no investimento inicial.
E nós? Até quando temos de suportar estes atentados ao ambiente e à paisagem urbana?
Não bastam os “slogans”, é preciso olhar para a cidade com outros olhos, "com olhos de ver".
A beleza duma cidade está no seu todo, e na harmonia entre espaços livres e edificados.

Publicado por
MouTal
às
00:10
2 comentários
No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Árvore, e Escola Prática de Artilharia em parceria com a Associação de Desenvolvimento Local, procedeu à plantação de 470 sobreiros no seu Polígono de tiro.
A plantação dos sobreiros foi executada em 30 e 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro, e foi hoje, Dia Mundial da Árvore, simbolicamente concluída, com a plantação de 10 sobreiros pelas crianças das escolas primárias.
Esta iniciativa da E.P.A. é louvável por duas razões: reflorestação de uma área que por efeito dos fogos de artilharia foi desertificada de árvores de médio porte, e pela aula prática de silvicultura e lição de civismo e cidadania dada às crianças que colaboraram na iniciativa.
Estão de parabéns a E.P.A. e a A.D.L.
Mourato Talhinhas
Publicado por
MouTal
às
17:49
1 comentário
Categorias: Ambiente, Cidadania, Comunidade
Pegando nas palavras de alguns dos nossos comentadores, vou voltar ao tema “os contentores do meu descontentamento”, para dizer o seguinte:
Em minha opinião, os contentores, são de todo o mobiliário urbano, o que está mais visível na nossa cidade e que impressiona negativamente os que aqui vivem, quem nos visita, ou simplesmente atravessa a cidade.
Alguém escreveu “Os contentores estão onde foram colocados respeitando algum plano de colocação em toda a cidade. Penso eu de que!...”
É verdade que eles estão onde foram colocados, (como diria o “senhor de L
Quanto a mim eles foram colocados aleatoriamente, e onde cabiam, espalhados pela área urbana da cidade, de modo a que façam uma cobertura minimamente satisfatória para a recolha dos lixos.
Se foram feitos cálculos do volume de lixo produzido por agregado familiar, densidade populacional, estabelecimentos comerciais na área, etc… etc… não sei, e pelo que me é dado observar, duvido que algum estudo tenha sido feito, presumo que devem ter sido distribuídos a… olhómetro.
Mas aquilo para que queria chamar a atenção das pessoas, é para os contentores como mobiliário urbano, porque eles são… feios… porcos… e maus.
Aquele modelo já foi banido dos principais municípios alentejanos. Nem as freguesias rurais querem aqueles monos!
Montemor e Évora são um bom exemplo, basta ver algumas fotografias e comparar.
Como o ano tem 365 dias e apenas 1/365 é dedicado ao “ambiente”… eu que procuro ser pouco acomodado, e como quero o melhor para a nossa cidade, achei que devia fazer alguns reparos aos inestéticos contentores, e à sua colocação.
Quanto aos munícipes deixarem o lixo fora do contentor, há dois ou mais casos a considerar; pouca capacidade, acesso (boca do contentor) limitado, ou incúria do cidadão. Cada um que responda por si.
Publicado por
MouTal
às
00:01
7 comentários

Começou em 21 de Fevereiro o abate dos Plátanos na Av. 25 de Abril.
Não fui apanhado de surpresa, pois dias antes, me tinha dirigido à Câmara Municipal e falado com o Sr. Vice Presidente, a quem apresentei a minha reclamação, não só pelos incómodos de ter durante vários meses o meu quintal permanentemente coberto de folhas mortas, mas ainda pelos danos causados pelas raízes nos esgotos, nos muros e pavimentos. (todos rachados).
Fui informado que brevemente iriam ser removidos todos os plátanos da Av. e colocadas palmeiras e outras árvores de ornamentação, e ainda se procederia ao melhoramento da iluminação pública ao longo da avenida.
Não fiquei esclarecido se os postes de betão que suportam o transporte aéreo dos cabos eléctricos também serão removidos e os cabos enterrados.
Salvo melhor opinião, proceder ao abate e substituição dos plátanos e não complementar estes trabalhos com a remoção do transporte aéreo da energia eléctrica, resolve parcialmente o problema.
Estou em crer que os meus receios serão infundados, e que a Srª. Arquitecta paisagista terá uma solução que nos vai deixar satisfeitos e orgulhosos da nossa Avenida 25 de Abril.
Mourato Talhinhas
MouTal
Publicado por
MouTal
às
00:33
7 comentários
Categorias: Ambiente, Comunidade, Política



