segunda-feira, 18 de junho de 2007
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Entrevista ao Sr. João Jeremias, candidato do PS - 2ª parte
Respostas: Sr. João Jeremias (PS)
Em segundo lugar, é nossa intenção descentralizar os serviços da Junta de Freguesia (como desde há muito defendemos). As populações de Piçarras, Bombel, Afeiteira e Marconi irão dispor dos serviços da Freguesia nesses locais um dia por semana.
Daremos também especial atenção às novas tecnologias e à disponibilização dos serviços da Junta de Freguesia através da Internet, poupando tempo e deslocações aos utentes.
Se a sua candidatura ganhar estas eleições e, em consequência, for você o novo Presidente da Junta de Freguesia de Vendas Novas, o que tenciona propor em relação a esta temática?
Assim, para o concretizar é imperativa a criação de um Regulamento que estabeleça critérios de reciprocidade entre instituições e Junta para que não exista qualquer dúvida quanto à transparência na atribuição de subsídios.
Votar é sempre lutar contra as ditaduras e a favor dos nossos ideais.
No dia 17 de Junho não fique em casa, vá votar.
Entrevista ao Sr. Teotónio Pintor, candidato do PSD - 2ª parte
Respostas: Sr. Teotónio Pintor (PSD)
- Tratar convenientemente os espaços públicos visando a segurança e conforto dos utilizadores e requalificar urbanisticamente áreas do tecido urbano central da freguesia.
- Promover junto das escolas, a sensibilização para a limpeza dos espaços públicos e para a reciclagem.
- Melhorar a limpeza pública, providenciando uma mais frequente lavagem dos contentores.
- Instalação, em toda a Freguesia, de mais ecopontos e proceder à instalação de contentores subterrâneos para o lixo nos bairros novos e expandir, posteriormente, à restante freguesia.
- Promover, em conjunto com a Câmara Municipal, junto das entidades competentes a intenção da criação de um centro para pessoas portadoras de deficiência no Concelho.
- Disponibilizar mais meio e recursos no apoio aos idosos, jovens e pessoas com deficiência;
- Promover parcerias com várias entidades para a criação de uma rede de apoio domiciliário aos mais desfavorecidos, com vista à erradicação da pobreza e ao combate ao isolamento social, com particular atenção à população mais idosa.
- Promover, em conjunto com a Câmara Municipal, o estabelecimento de uma rede interna de transportes.
- Privilegiar o diálogo, a gestão participada e o relacionamento entre a Junta e os munícipes.
- Desenvolver actividades extra-escolares no ensino básico, com a criação de Centros de Ocupação de Tempos Livres (OTL) para crianças e jovens.
- Reforçar a instalação de sinalização, passadeiras seguras e sistema de iluminação, em especial junto às escolas, recintos desportivos e N4
- Criação do quadro de excelência dos alunos da freguesia.
- Melhoria dos equipamentos e mobiliário das EB1 e Jardins-de-infância.
- Apoiar o desenvolvimento do Desporto e da Cultura dando a iniciativa às colectividades
- Estabelecer, em parceria com a autarquia, a Carta de Princípio de apoio ao associativismo para que de forma justa seja prestado apoio às colectividades.
- Promover localmente, nos espaços públicos, e em parceria com instituições e agentes culturais, eventos artísticos das diversas expressões.
- Intervir junto das entidades competentes com a finalidade de dotar o Concelho com um Serviço de Urgências Básicas (SUB).
- Participar em parceria com as respectivas entidades nas acções de saúde pública local.
Se a sua candidatura ganhar estas eleições e, em consequência, for você o novo Presidente da Junta de Freguesia de Vendas Novas, o que tenciona propor em relação a esta temática?
A criação da carta de princípios de apoio ao associativismo é fundamental para que haja transparência no modo e na forma como se atribuem os apoios, e desta forma permitir que não haja dois pesos e duas medidas na atribuição dos mesmos.
Pretendemos discutir em Assembleia de Freguesia, um conjunto de critérios a aplicar sempre que nos sejam solicitados subsídios e apoios, a bem da clareza e justiça entre as muitas instituições vendasnovenses com quem pretendemos colaborar.
Parece-me que este é o momento ideal para confiarem em mim e na equipa que sustenta este projecto.
Sabem que sou uma pessoa séria, determinada e que não gosta de fazer promessas sem as poder cumprir.
O tempo tem demonstrado, desde que cheguei a Vendas Novas, a minha disponibilidade para servir de forma desinteressada a comunidade Vendasnovense, sendo disso exemplo a obra que tenho no campo social.
Peço-vos, deste modo, um voto de confiança neste projecto, pois é o que melhor poderá assegurar um órgão autárquico mais independente e próximo de todos os vendasnovenses.
Não fiquem em casa no próximo Domingo.
Votem PSD.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Abstenção eleitoral: particularidades no caso de Vendas Novas
A escolha dos nossos representantes, aqueles que na prática irão determinar o curso de uma parte relativamente significativa dos interesses concelhios, não tem sido uma uma preocupação de todos os cidadãos. A Abstenção em Eleições Autárquicas realizadas em Vendas Novas tem-se manifestado por uma tendência de crescimento. Tanto em valores absolutos, o que já seria de esperar, como em termos relativos (cerca de 18% no princípio dos anos 80 do século passado, 32% no inicio dos anos 90 e 41% no princípio deste século).
Para tal, terão contribuído factores estruturais comuns ao espaço político nacional, mas também aspectos mais directamente relacionados com a estrutura política e as conjunturas locais.
Uma razão objectiva para a Abstenção que se tem verificado ao longo do tempo, refere-se à “Abstenção técnica”. A qual, pelas minhas contas seria em Vendas Novas, no ano de 2001 (aproveitando os Censos.2001 do INE), de aproximadamente 400 (pseudo) eleitores.
Para além desta Abstenção Técnica, tem-se assistido em Vendas Novas à verificação de outras duas razões que, a meu ver, têm contribuído de forma decisiva para os elevados e algo preocupantes níveis de abstenção:
- o grau de previsibilidade dos resultados eleitorais;
- o carácter pouco mobilizador das campanhas eleitorais.
Estas duas razões, ambas de “carácter político”, estão entre as que mais têm influenciado uma boa parte dos eleitores do concelho.
Quanto á previsibilidade dos resultados eleitorais, ela tem sido especialmente elevada em eleições autárquicas no concelho. Nestas Eleições.2007 para a Freguesia de Vendas Novas, há indícios de que esta previsibilidade esteja menos presente. O que, em determinadas circunstâncias, poderá levar ao aparecimento de eventuais surpresas eleitorais.
Quanto ao carácter pouco mobilizador das campanhas eleitorais em Vendas Novas, o caso das eleições deste Domingo não é excepção, uma vez que os partidos tiveram muito pouco tempo para se preparar.
Há, apesar de tudo, um indício que poderá favorecer a diminuição da Abstenção: os dois partidos da oposição têm pedido às populações que vão votar, que não se abstenham. Não sei se isso terá consequências práticas, mas é um bom sinal de incentivo à participação nestas eleições.
Entrevista ao Sr. João Jeremias, candidato do PS - 1ª parte
Respostas: Sr. João Jeremias (PS)
Infelizmente a força política mais votada (embora sem maioria absoluta) não entendeu que o poder, por ser democrático deveria, neste caso, ter sido partilhado, de forma a garantir o bom funcionamento das instituições. Foi esta mesma força política que, estrangulada pela sua incapacidade de diálogo democrático, permitiu que esta situação se arrastasse por 18 meses, sem disso dar satisfação aos vendasnovenses. Foi também esta força política que escolheu cirurgicamente o momento para se demitir e provocar novas eleições.
É, pois, com o sentido de dever e responsabilidade para com aqueles que me elegeram em 2005 e todos aqueles que certamente reconhecerão a verticalidade da minha postura, que me apresento a este acto eleitoral. Esta candidatura é pautada pela minha vontade de mudar os destinos da Freguesia de Vendas Novas, dando-lhe a visibilidade que esta nuca teve, desde o 25 de Abril, junto dos vendasnovenses.
Sou uma pessoa de consensos, que respeita as ideias e contribuições de outros quadrantes políticos mas, acima de tudo, respeitador da vontade soberana expressa no voto. Como Presidente da Junta de Freguesia de Vendas Novas, procurarei sempre o bom relacionamento da Junta com a população, as instituições e os restantes órgãos autárquicos.
Temos candidatos com formação nas mais diversas áreas, pessoas que acreditam que ainda é possível mudar. Mudar com competência e responsabilidade. Esta é uma equipa que não tenciona desistir, uma equipa que não volta as costas aos vendasnovenses e que em tudo se empenhará para desenvolver a nossa Freguesia.
Na abordagem que faço aos eleitores tenho tido o cuidado de os sensibilizar para a importância do voto, que, independente da escolha tomada, é importante para a manutenção do sistema democrático.
Entrevista ao Sr. Teotónio Pintor, candidato do PSD - 1ª parte
Respostas: Sr. Teotónio Pintor (PSD)
Pretendo um outro modelo para a junta, com mais autonomia relativamente à Câmara Municipal e pensando somente no MELHOR para Vendas Novas.
Depois de sentir o apoio do PSD e do elevado número de apoiantes e membros integrantes da lista que encabeço, entendi pois que este seria uma Projecto de FUTURO e com o qual tinha o dever de colaborar. Por isso aqui estou!
2. Que vantagens apresenta a sua lista de candidatos em relação às restantes? Ou seja, porque deverão os eleitores escolher a sua candidatura, no dia 17 de Junho?
Trata-se, no meu entender, do grupo de pessoas que melhor poderá representar a população num órgão onde pretendemos fazer valer a vontade do povo vendasnovense. Alem disso, apresentamo-nos às urnas com um conjunto de ideias que são fruto do debate e que julgamos corresponder à vontade dos eleitores.
Ainda assim, e apesar dos poucos recursos do PSD em Vendas Novas , procurámos durante os últimos tempos chamar a atenção dos eleitores para a importância de votar. Para o efeito a nossa principal “arma” foi o passar da palavra “boca a boca”, seguindo-se naturalmente dos meios de campanha disponibilizados pelo Partido.
Julgo no entanto que a redução das taxas de abstenção, num futuro próximo, devem passar por uma sensibilização de âmbito executivo, diga-se da autarquia, para o exercício da cidadania.
No passado dia 2 de Junho, o Presidente da JSD no jantar de apresentação de candidatura, pediu, perante 150 pessoas, que uma das primeiras medidas a implementar pelo executivo da Junta fosse uma campanha de sensibilização para o recenseamento eleitoral e para a importância de votar.
Entrevistas aos Candidatos a Presidente da Junta de Freguesia - 1ª parte


quarta-feira, 13 de junho de 2007
Por este andar, infelizmente poderá acontecer mais vezes .....
Leia mais no site da Rádio Granada.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Eleições.2007 em Vendas Novas: blogues das campanhas



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João Fialho
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quarta-feira, 16 de maio de 2007
Fecho das Urgências de Vendas Novas - 35
Algumas conclusões podem tirar-se deste significativo desenvolvimento, sendo que algumas já seriam de esperar, em face do caminho que as coisas estavam a tomar desde há algum tempo:
- O Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Vendas Novas irá mesmo encerrar;
- Em Vendas Novas não vai ser instalado o desejado Serviço de Urgências Básico (SUB);
- A Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo irá propor, por escrito, aos orgãos do município as medidas que considera adequadas à situação criada a partir deste encerramento; o mesmo acontecerá por parte do município;
- A ARS já terá apresentado propostas para a instalação de equipamento radiológico no Centro de Saúde de Vendas Novas; o mesmo terá acontecido em relação ao horário de funcionamento do Centro de Saúde, com a possibilidade de "consultas abertas entre as 08:00 e as 22:00 nos dias úteis e até às 20:00 aos fins-de-semana e feriados".
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João Fialho
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terça-feira, 15 de maio de 2007
Fecho das Urgências de Vendas Novas - 34
NOTA À IMPRENSA
Reorganização das Urgências em Vendas Novas discutida hoje em Évora
Decorre hoje, em Évora, pelas 15h00, uma reunião de trabalho, convocada pela Administração Regional de Saúde do Alentejo com o objectivo de discutir a reorganização do Centro de Saúde de Vendas Novas. Para o encontro foram convocados dois representantes do Movimento de Cidadãos Independentes em Defesa das Urgências em Vendas Novas, os Presidentes da Câmara Municipal e respectivos Vereadores, da Assembleia Municipal, Junta da Freguesia de Landeira e da Comissão Administrativa da Freguesia de Vendas Novas, deixando assim adivinhar que poderá ser revelada a decisão final do Ministro da Saúde sobre o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) de Vendas Novas.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Eleições intercalares em 17 de Junho
S
Prevejo que os resultados desta eleição irão ser muito interessantes. Para si, o que podemos esperar destas eleições ???
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João Fialho
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quarta-feira, 11 de abril de 2007
A política local na Internet

O PSD de Vendas Novas decidiu criar uma página na Net, a exemplo do que já acontecia com a JSD de Vendas Novas. Fiquei a sabê-lo ontem, através de um email que me foi enviado por um dos eleitos do PSD local, que muito agradeço. A meu ver, o desenvolvimento e o amadurecimento da política local poderá perfeitamente passar também pela utilização destes meios de divulgação. Julgo que todos teremos a ganhar com este tipo de iniciativas.
O "Atribulações Locais" poderá dar idêntico relevo a outros eventuais sites, blogues ou foruns online de que tenha conhecimento, dos restantes partidos políticos locais.
terça-feira, 27 de março de 2007
Fecho das Urgências de Vendas Novas - 33
A chamada "Reforma das Urgências" começou mal. E continua mal. Por mais equilibrados que pudessem ser os objectivos dessa reforma, e em alguns aspectos isso acontecia, a verdade é que a estratégia utilizada foi, no meu entendimento, algo desastrada. No caso de Vendas Novas, já todos percebemos as razões pelas quais se verificou a desqualificação do SUB que lhe estava inicialmente atribuído, e já muito aqui se escreveu sobre isso, pelo que agora não irei debruçar-me sobre esse aspecto em particular.
Há, no entanto, um ponto que considero especialmente importante para o surgimento de todo este imbróglio em torno das urgências: a forma como as alterações a implementar e os objectivos pretendidos (não) foram transmitidos. Ou seja, os erros grosseiros praticados na divulgação e no esclarecimento das populações afectadas. Vejo nesta questão indícios de aparente amadorismo, dificilmente justificável, na estratégia de comunicação utilizada.
De facto, só isso poderá justificar que, em face do descontentamento das populações, o Ministério/Ministro da Saúde se tenha visto na necessidade de voltar atrás nas suas intenções iniciais, designadamente com a assinatura de diversos protocolos, que na verdade não inicialmente não previstos (ao contrário do que chegou a ser difundido) com determinados municípios que se dispuseram a aceitar umas regras algo insólitas para o funcionamento daqueles serviços de saúde.
Em consequência, já por diversas ocasiões verificámos alterações repentinas e algo inesperadas nas intenções tornadas públicas. Foi, aqui perto de nós, o caso do Montijo. Tal como em Chaves, presumivelmente Vouzela (de acordo com palavras recentes de um seu autarca), e alguns outros que agora não recordo.
Mas é também o caso das declarações hoje proferidas pelo Sr. Ministro, que me parecem de facto extraordinárias, vindas de um governante senhor de tantas certezas: (em declarações à TSF, que pode ler e ouvir aqui)
"... O Ministro da Saúde garantiu, esta terça-feira, que nenhum Serviços de Atendimento Permanente (SAP) vai ser encerrado, mas sim os serviços nocturnos que atendem poucos utentes,..."
"... O ministro reiterou ainda que os 70 serviços nocturnos só vão fechar quando existirem «meios alternativos montados» para a população nesses locais e os encerramentos estiverem «em consonância com os municípios»...."
"... O titular da pasta da Saúde destacou ainda que as decisões nos casos dos SAP e das urgências hospitalares vão ser sempre tomadas em articulação com as câmaras municipais."
É caso para perguntar, se não teria sido preferível que estes "esclarecimentos" tivessem sido dados pelo Sr. Ministro ainda antes de ter dado início a todo este imbróglio, que só tem feito desperdiçar energias, acumular frustrações e aumentar a já de si muito débil credibilidade em relação a alguns dos nossos governantes?
Actualização ás 21.10h: link1, link2, link3, link4
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João Fialho
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quinta-feira, 22 de março de 2007
Junta de Freguesia de Vendas Novas
A problemática em torno da Junta de Freguesia de Vendas Novas já se arrastava há quase dois anos. A meu ver, esta decisão dos eleitos da CDU tem razão de ser, em face da manifesta impossibilidade demonstrada pelo conjunto dos eleitos, em conseguirem uma solução para o impasse criado. Aliás, a esse respeito, já aqui tinha deixado expressa uma posição no sentido de apelar ao bom senso de todas as partes, para que a questão fosse resolvida de uma forma mais consensual. Infelizmente, tal não foi possível.
A impossibilidade até agora verificada na resolução deste diferendo local, é suficientemente grave para dever preocupar os responsáveis políticos locais. Não se trata de um episódio sem importância. Antes revela a profunda divisão de que sofre a nossa pequena comunidade e de que todos nós, em maior ou menor grau, seremos responsáveis.
Se queremos continuar assim, extremamente divididos e de costas voltadas em muitos dos aspectos relevantes para a nossa vida em comum, enfim, o que poderei eu dizer? Mas fazemos mal. Muito mal mesmo. E é pena que assim seja.
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João Fialho
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sábado, 17 de março de 2007
Uma deliberação que merece aplauso.
A Autarquia apoia em mais de 300.000 euros o “movimento associativo”.
Tomei conhecimento pelo “Notícias Municipais” dos apoios financeiros às Associações de Solidariedade Social, Colectividades Desportivas e Culturais.
Esta decisão, que apenas peca por tardia, é certamente muito bem vinda por todos aqueles que mantêm vivo o espírito associativo e que diariamente se debatem com os problemas financeiros das associações que dirigem.
Da minha experiência, sei quão penoso é passar a vida a estender a mão à caridade para manter as portas abertas e servir os cidadãos que das instituições precisam.
Fico feliz com esta medida autárquica, porque muito me bati por ela em longas horas de reunião com o actual presidente da Câmara, e seus antecessores.
Quanto aos montantes anuais a distribuir pelas Associações, não me cabe a mim opinar, deixo esse trabalho aos munícipes porque são eles os juízes da coisa pública.
Mourato Talhinhas
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MouTal
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sexta-feira, 2 de março de 2007
Influências? Coincidências? ou meras Aparências?
Rebuscando memórias recentes, deixo algumas pistas conducentes a uma aparente dualidade de critérios no tratamento da mesma sintomatologia:
1. Não gostei da forma como a minha cidade foi tratada pelo Serviço Público de Televisão (RTP), no programa “Prós e Contras” de 26-02-2007. Julgo saber que este sentimento é transversal, não oferecendo motivos de controvérsia à generalidade dos vendasnovenses;
2. Os autarcas do Alto Tâmega, em protesto contra a reestruturação das urgências locais, vão ser recebidos hoje, dia 2 de Março, pelo Sr. Ministro da Saúde;
3. Uma delegação de autarcas de Vendas Novas solicitou idêntica audiência ao Sr. Ministro, sendo no entanto encaminhada para a Secretária de Estado Adjunta da Saúde. Encontro que teve lugar ontem, dia 1 de Março.
A questão que se coloca é saber até que ponto isto é natural, e não tem a ver com influências, compadrios, ou outros jogos de poder, deploráveis quando está em causa a saúde das populações.
Veremos o que nos trazem os próximos desenvolvimentos.
Manuel Filipe Quintas
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Fecho das Urgências de Vendas Novas - 31
De acordo com a informação disponível, designadamente a que consta no “Portal da Saúde”; depois de ter lido e, tanto quanto possível, analisado os Relatórios da Comissão Técnica (na parte acessível ao público em geral); depois também de ler os Comunicados emitidos e assinados pela Sra. Secretária de Estado da Saúde e pela referida Comissão Técnica; e ainda depois de ter assistido com atenção ao programa “Prós e Contras” de ontem á noite na RTP1, o qual me ajudou a abrir novas perspectivas sobre esta questão tendo em atenção o que ali foi dito pelos responsáveis nesta área, faço uma actualização das minhas impressões em relação ao que se poderá vir a passar daqui para a frente, nesta questão das “Urgências em Vendas Novas”.
1. O SAP de Vendas Novas vai, por enquanto, ficar como está, mas não por muito tempo; num prazo mais ou menos curto e a exemplo do que acontecerá com os restantes SAP´s ainda existentes no país, o SAP de Vendas Novas irá ser encerrado; isso não decorre directamente da proposta da Comissão Técnica, mas é o que está previsto;
2. Em sua substituição serão, acredito, implementadas as chamadas “Consultas Abertas”, em relação às quais parece existirem algumas dúvidas quanto ao seu funcionamento mas que, em princípio, se destinam a fazer face aos “casos agudos não programáveis e não-urgentes”;
3. No entanto, essas “Consultas Abertas” terão um horário que, no máximo, irá até à meia-noite; em princípio, a julgar pelos casos já objecto de protocolo, funcionarão em horário mais curto (até às 20:00h ou 22:00h);
4. Quanto à eventual instalação do SUB–Serviço de Urgência Básico em Vendas Novas, não vislumbro suficientes sinais de abertura ao diálogo, por parte do Ministério da Saúde, em relação à possibilidade de uma eventual decisão política que contrarie a proposta final da Comissão Técnica;
5. Por outro lado, tenho dúvidas que se consiga, nas actuais circunstâncias, celebrar um Protocolo entre a Câmara Municipal de Vendas Novas e a Administração Regional de Saúde, análogo aos celebrados nos últimos dias por várias Câmaras Municipais do país;
6. No entanto, em relação a isto, será importante seguir o resultado da audiência já marcada com a Sra Secretária de Estado da Saúde, pois muito do que eventualmente se conseguir poderá resultar da conjugação entre a justeza da argumentação a favor de Vendas Novas e a maior ou menor capacidade de persuasão dos representantes locais; não só junto do Ministério da Saúde como da Administração Regional de Saúde;
7. A manterem-se as actuais circunstâncias, no futuro próximo Vendas Novas poderá aspirar, quando muito, ao reforço em quantidade e qualidade dos meios de transporte destinados a casos de urgência/emergência médica (por exº, uma Ambulância SIV); ou ainda à constituição das chamadas “Unidades de Saúde Familiar”; isto, além das já referidas “Consultas Abertas”.
O que eu desejava mesmo, e julgo que o mesmo se passa com todos os vendasnovenses, atendendo às particularidades deste caso e perante as possibilidades em causa era, naturalmente, a instalação de um SUB em Vendas Novas. Mas isso parece-me ter cada vez menos probabilidade de vir a acontecer. No entanto, nestas coisas da política (e esta é uma decisão política), o que hoje é verdade amanhã pode não ser. E de um dia para outro, muito pode acontecer. Sendo assim....
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João Fialho
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Fecho das Urgências de Vendas Novas - 30
Como seria de esperar, passei o serão em frente à televisão, para assistir ao programa Prós e Contras da RTP1. Fi-lo apenas porque o assunto me interessava, na exacta medida em que interessaria a todos os vendasnovenses. Tratava-se da questão das "Reforma das Urgências" o qual, como muito bem sabemos, nos diz directamente respeito. E o que se passou então nesse programa? Vejamos, em resumo, aquilo que de mais relevante me fui apercebendo e de que ainda me lembro, agora que escrevo estas linhas.
A 2ª parte foi de carácter mais político. Começou com uma espécie de entrevista com o Sr. Ministro da Saúde. O qual começou por dizer que é contrário à existência do conceito de SAP´s (chamou-lhe a "Sapização da Saúde"). E foi, em minha opinião, o que de mais importante ali disse. Referiu também ser sua intenção substituir os SAP por aquilo que designou "Conceito de Unidade de Saúde Familiar" (o seu objectivo nº 1 no Ministério, segundo disse). Mas deixou esse conceito sem explicação. Ficou-se por aí.
Uma das promessas que fez a si próprio, disse, foi que depois da implementação desta "Reforma das Urgências", nenhum local ficará pior e tudo pode ser discutido. Esperemos que cumpra a promessa. O programa começou aqui a não lhe correr bem, pois foi de imediato apresentado um desmentido pelo Presidente da Câmara Municipal de Chaves, que esclareceu e explicou porquê, vai ficar pior, bem pior, do que estava antes. Os argumentos que apresentou, para mim, são absolutamente viáveis e justificativos para que a respectiva urgência não seja desqualificada. No entanto, de acordo com o que propõe o Relatório da Comissão, será desqualificada.
O Sr. Ministro demonstrou aqui uma habilidade política que não lhe tem sido reconhecida, pois no fim desta argumentação conseguiu que o próprio Sr. Presidente da C.M. de Chaves aceitasse de bom grado esperar pela reunião que com ele já terá marcada. O que se passou daí até ao 2º intervalo, pouco ou nada adiantou no que respeita ao nosso caso em concreto. Talvez com a excepção da questão das Unidades de Saúde familiares a que o Sr. Ministro voltou. Bem como de uma outra sua referência, pela enésima vez no programa, ao que pensa sobre o conceito de SAP. Os quais, segundo ele, terão sido um erro em termos de política de saúde, que ao longo dos anos prejudicaram o desenvolvimento de um melhor serviço de atendimento de situações agudas e não urgentes. Enfim, já tínhamos percebido esta opinião. A qual até poderá, digo eu, ter alguma razão de ser.
A 3ª e última parte deste Prós e Contras, teve o inicio por volta da 1:10h da manhã (porque é que estes programas não são realizados mais cedo?). A expectativa era a de que se tratasse, ou melhor, se falasse do caso de Vendas Novas. Que é, nem mais nem menos, aquele que nos interessa mais directamente. É uma visão do problema um bocado egoísta, eu sei, mas é isso mesmo que se passa. É o nosso problema, aquele que nos afecta.
No entanto, esta 3ª parte foi repescar o caso de Valença. Um dos intervenientes, médico e autarca em Valença, acabou por trazer ao debate questões importantes. Como seja o facto de, com esta reforma, se deixar de lado a confiança que as pessoas têm nos seus serviços de saúde de proximidade. Esse é, de facto, um aspecto importante em toda esta problemática. Aproveitou ainda para nos esclarecer o que se passa nos Hospitais de Coimbra: em cada noite, cerca de 100 médicos de urgência atendem, em média, cerca de 50 doentes. Bonito!
E eram 1:30h quando se falou no caso de Vendas Novas. Tenho aqui que dizer o seguinte: considero a todos os níveis inaceitável que a realização do programa tenha convidado o representante máximo da nossa autarquia, e depois a apresentadora do programa diga: "tem que falar rápido, porque não estava previsto que falasse". Simplesmente, vergonhoso!
Na prática, Vendas Novas parece não ter existido na preparação e no desenvolvimento deste programa da RTP. Penso que ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas terá sido dado 1 ou 2 minutos, não mais, para apresentar a argumentação a favor da instalação de um SUB - Serviço de Urgência Básico em Vendas Novas. Dois minutos, num programa que durou quase 200 minutos (terminou às 2:25h). Isto, depois de ter sido convidado para estar presente e de ser portador da mensagem de toda uma comunidade. A todos os títulos, lamentável!
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João Fialho
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Os Plátanos também se abatem

Começou em 21 de Fevereiro o abate dos Plátanos na Av. 25 de Abril.
Não fui apanhado de surpresa, pois dias antes, me tinha dirigido à Câmara Municipal e falado com o Sr. Vice Presidente, a quem apresentei a minha reclamação, não só pelos incómodos de ter durante vários meses o meu quintal permanentemente coberto de folhas mortas, mas ainda pelos danos causados pelas raízes nos esgotos, nos muros e pavimentos. (todos rachados).
Fui informado que brevemente iriam ser removidos todos os plátanos da Av. e colocadas palmeiras e outras árvores de ornamentação, e ainda se procederia ao melhoramento da iluminação pública ao longo da avenida.
Não fiquei esclarecido se os postes de betão que suportam o transporte aéreo dos cabos eléctricos também serão removidos e os cabos enterrados.
Salvo melhor opinião, proceder ao abate e substituição dos plátanos e não complementar estes trabalhos com a remoção do transporte aéreo da energia eléctrica, resolve parcialmente o problema.
Estou em crer que os meus receios serão infundados, e que a Srª. Arquitecta paisagista terá uma solução que nos vai deixar satisfeitos e orgulhosos da nossa Avenida 25 de Abril.
Mourato Talhinhas
MouTal
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MouTal
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00:33
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Categorias: Ambiente, Comunidade, Política






