sexta-feira, 23 de março de 2007

MORRENDO E NASCENDO NO TEMPO










Morre gente no tempo a passar
Que ainda ontem havia nascido
Mas sempre se houve um vagido
De mais gente à vida a chegar

São crianças a Terra a encantar
Dando-lhe a graça dum jardim florido
Pois que em figurado sentido
Elas são lindas flores a desabrochar

Morre gente no tempo na idade
Em aflitiva desesperança
É na Natureza fria verdade

Nasce gente sorrindo e se lança
Na vida a dar-lhe continuidade
É juventude aspirando esp'rança

João M. Grazina (Jodro)

comentário:

Flor disse...

Pois é, caro Sr Poeta, a vida é uma passagem curta, mas sempre em renovação com novas vidas, como a Primavera...