quinta-feira, 31 de maio de 2007
Artistas de Vendas Novas: Olga Duarte
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João Fialho
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07:55
Categorias: Arte, Artistas, Olga Duarte
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Deus Complacente Comigo
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Poeta Jodro
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21:20
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Categorias: Poesia
terça-feira, 29 de maio de 2007
A minha opinião sobre os candidatos à Junta de Freguesia de Vendas Novas
O
Q
É também, a meu ver, uma daquelas pessoas em relação às quais é comum dizer-se que pode dar muito à comunidade em que se insere. Incluindo aqueles casos em que, no campo político, se torne necessário gerar consensos entre opiniões e posições divergentes.
A meu ver, o PS local foi muito feliz nesta escolha. Não sei se o Sr. João Jeremias conseguirá ou não ser um bom candidato, mas acredito que seria um bom Presidente da Junta de Freguesia.
J
Em resumo, quanto ao candidato pela CDU, reconheço não estar em condições de saber se poderá ou não ser um bom Presidente da Junta de Freguesia. Já quanto aos outros candidatos, o Sr. João Jeremias pelo PS e o Sr. Teotónio Pintor pelo PSD, acredito que estamos perante duas personalidades com boas condições para exercerem de forma cabal o cargo a que se candidatam, em ambos os casos com possibilidades de obter ganhos de eficiência na gestão da Junta de Freguesia de Vendas Novas.
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João Fialho
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00:05
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Categorias: Eleições
domingo, 27 de maio de 2007
Parabéns Sporting!
SPORTING CLUBE DE PORTUGALVencedor da Taça de Portugal 2007 e
2º classificado na "Superliga 2006-2007"

"PARABÉNS ! SPOOOORTIIIIINNNNNG !"
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João Fialho
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20:00
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Categorias: Desporto
Na Natureza Manda Deus
Em vida nos formaram sem ter pedido
Foi a Natureza a decidir
A no ventre duma mãe nos esculpir
De quem passamos a ser filho querido
««»»
Naturalmente ficou definido
Foi a Natureza a definir
À mãe só caber amamentar e sorrir
E nosso destino ser por Deus decidido
««»»
Porque na Natureza manda Deus
Ela é naturalmente os passos seus
Que nossos tenta no bem encaminhar
««»»
E se nascemos é a sua vontade
Para que não finde a Humanidade
A criança, o homem a terra a lavrar
««»»
João M. Grazina (Jodro)
Poema onde imagino que Deus domina
a Natureza, mas é minha convicção que
dela perdeu o domínio? E cismo que errou
ao dar a autonomia ao Homem que daí se
aproveitando coligou-se com o mal
(O Diabo) e por aí enveredou desprezando
o caminho do bem que fora, por certo, a
esperança de Deus, que parece ausente de
tudo, talvez desiludido, e, moralmente,
tantos monstros humanos pela Terra à
solta!
E cito o poeta Augusto Gil:
Mas as crianças, Senhor,
Porque lhes dais tanta dor?
Porque padecem assim?
"Jodro"
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Poeta Jodro
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00:05
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Categorias: Poesia
sábado, 26 de maio de 2007
Arriscando-me a fazer publicidade gratuita...
Video da RTP1 relativo ao Campo de Férias na Landeira(Nicolaus).
www.camposdeferias.com
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Guilherme Ferreira da Costa
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19:03
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Fecho das Urgências de Vendas Novas - 36
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João Fialho
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13:00
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Categorias: Saúde
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Permitam-me uma sugestão: resolvam isto, sff !
"O senhor podia era pôr no blogue porque é que começaram faz para a semana dois meses estas obras na Avenida 25 Abril, na saída do estacionamento aqui da Escola Secundária, há 3 dias tem um buraco enorme mesmo por onde passamos com os carros; as obras parecem abandonadas há muito tempo e nós é que somos incomodados todos os dias com esta falta de arranjo que não se compreende".
Nota: este email já tem cerca de uma semana, pelo que o "buraco" já foi remendado. No entanto, é verdade, as obras ainda ontem à tarde pareciam "abandonadas" tal como escreveu a leitora. Essas mesmas obras foram iniciadas no 1º dia das férias escolares da Páscoa, faz hoje ou amanhã dois meses e continuam por terminar.
Perante isto, eu arriscava uma sugestão: "não deixem arrastar esta situação, que não abona a favor de ninguém e, como é fácil de ver, incomoda algumas pessoas que ali passam diariamente."
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João Fialho
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07:28
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Categorias: Cidadania
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Curiosidades à volta de Eleições Autárquicas em Vendas Novas
A propósito dos resultados das Eleições Autárquicas para a Câmara Municipal que já se realizaram em Vendas Novas em tempo de democracia, venho deixar-vos assunto para pensarem, se estiverem dispostos a ocuparem um pouco do vosso tempo. Sabiam que:
- entre as eleições de 1985 e de 2005, a Abstenção "ganhou" mais de 2500 eleitores (isto é, "não-votantes")?
- se considerarmos só a década de 80 (entre as eleições de 1982 e de 1989), a abstenção quase duplicou (+1559), o que correspondeu a um aumento de 98%?
- nas eleições de 2001 abstiveram-se mais 2527 eleitores (+159%) do que tinha acontecido 2 décadas antes (em 1982)?
- nas últimas 5 eleições, a abstenção foi sempre acima de 3000 eleitores inscritos? e nas últimas 3 eleições, foi sempre acima dos 3800 inscritos? e nas últimas duas, foi superior a 4000?
- a Abstenção tem tido uma tendência de grande crescimento? foi de 18% no princípio dos anos 80 do século passado, 32% no início dos anos 90 e 41% no princípio deste século?
- do aumento dos número de Eleitores Inscritos entre 1976 e 2005 (+1617) apenas 8% integraram o aumento do número de Votantes? e que os restantes 92% (+1487) foram aumentar a Abstenção?
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João Fialho
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00:10
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Categorias: Eleições
terça-feira, 22 de maio de 2007
Crónicas do Líbano (2)
Aqui no "Atribulações Locais" estamos mais uma vez sinceramente agradecidos por esta excelente colaboração.
Começo por falar da população. Maioritariamente xiita, na zona onde nos encontramos, é por norma bastante hospitaleira. Naturalmente há quem não aceite a presença da ONU no seu território. Felizmente connosco tudo tem corrido bem. Nós portugueses somos por natureza pessoas sociáveis, e facilmente nos integramos no meio que nos rodeia. É claro que somos uma fonte de negócio, e no Líbano tudo serve para fazer negócio. Junto à entrada do nosso aquartelamento diariamente estacionam alguns veículos contendo no seu interior quase tudo o que se possa vender. Claro que grande parte dessas coisas são falsificações.Um dia um dos nossos militares perguntou a um desses vendedores se um determinado produto era original. A resposta foi “not original… it´s… normal”!!! Na localidade de Tiro, a cerca de 15 km do aquartelamento português, numa loja de roupa dita “de marca” alguém perguntou de umas calças eram originais. A resposta foi “no, but this factory is number one in falsification!!!” Como disse quase tudo se vende por estes lados. E não deixa de ser curioso ver como os indivíduos muçulmanos vendem bebidas alcoólicas…às escondidas!
A população, como já referi, é bastante simpática, e hospitaleira. É frequente ser-nos servido um chá ou um café quando entramos numa loja, ou outro tipo de estabelecimento comercial, sobretudo se formos cliente assíduos. Se estamos na rua e estivermos com “ar de perdidos” facilmente alguém se aproxima de nós e pergunta se precisamos de ajuda. Claro que há sempre quem olhe para nós um pouco de lado, mas isso é normal. Não deixamos de ser uma força militar no seu país…Apesar disso é frequente as pessoas tratarem-nos por “my friend”, expressão que facilmente, e ao fim de pouco tempo de conversa, pode evoluir para “my brother” (leia-se “my bráda”). O Líbano é um país cheio de contradições. Num determinado local é possível encontrarmos um carro sem faróis, sem vidros, sem cor, mas a andar, e ao lado um jipe Hummer topo de gama. É possível ver uma mulher com as vestes negras Xiitas tradicionais, da cabeça aos pés, e ao mesmo tempo uma mulher de mini saia e de decote arrojado.
Por todo o lado se vêm bandeiras do Líbano e do Hezbollah lado a lado, ao mesmo tempo que encontramos militares do Exército libanês e indivíduos com camuflados do Hezbollah. O próprio país é muito diferente do Norte para o sul. No sul há uma grande pobreza, há um grande atraso no desenvolvimento a todos os níveis. À medida que vamos andando para Norte ficamos com a sensação de estarmos a entrar num país diferente. Beirute é uma cidade ao nível de qualquer cidade europeia. Diria mesmo que superior a muitas delas.
Nesta minha passagem pelo médio Oriente tive a oportunidade de conhecer a capital da Jordânia, Amman, e da Síria, Damasco. Beirute é sem qualquer dúvida a mais moderna, e a mais evoluída das três. É fantástico observar como foi possível reconstruir uma cidade que ficou completamente destruída durante a guerra civil. Claro que as marcas dessa guerra continuam visíveis, mas é necessário observar com atenção. E como é óbvio as marcas do conflito com Israel no Verão passado também estão ainda presentes, embora sejam muito reduzidas, uma vez que a cidade de Beirute foi pouco atingida.Circular de carro no Líbano é uma aventura. Primeiro porque não há regras. A sinalização está para as estradas e ruas como as luzes estão para a árvore de Natal…é mesmo só para enfeitar! Os mapas não são mais do que meras orientações geográficas. Isto porque nas placas de sinalização os nomes estão escritos de uma maneira e nos mapas de outra. E pior do que isso é quando as placas estão escritas em árabe…nestas alturas atira-se a moeda ao ar e escolhe-se uma direcção! Uma placa curiosa está junto ao Quartel General da UNIFIL, na localidade de Naqoura (a 10 km do nosso aquartelamento e a 3 km da fronteira com Israel, junto ao mar), e que apontando na direcção da estrada que liga à fronteira indica…Palestina!!!.
De facto o estado de Israel não é reconhecido pela maioria dos libaneses. Estes sempre que se referem aos israelitas dizem que são os judeus, ou “os do outro lado”. As rivalidades entre os dois países são por demais evidentes. Recentemente foram colocados cartazes nas zonas fronteiriças, ou mesmo junto à fronteira, e sempre virados para Israel, com fotografias dos soldados raptados pelo Hezbollah, ou com imagens de veículos e aeronaves Israelitas abatidos pelas forças do Hezbollah, e com frases extremamente provocatórias. Por aqui se vê que a paz não será um objectivo fácil de alcançar por estes lados…
Clique aqui para ler o texto anterior, igualmente excelente e também da autoria do amigo Artur Caracho.
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João Fialho
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segunda-feira, 21 de maio de 2007
A imprensa local no "Atribulações Locais"

Tive acesso às 2 últimas edições. A edição nº 7, de Fevereiro de 2007 e composta por 24 páginas em papel de tipo-revista, aborda temas relacionados com notícias sobre a comunidade escolar, inclui colunas de opinião sobre diversos temas de interesse geral, entrevistas, espaços culturais e passatempos. A edição nº 8, de Maio de 2007, dedica as suas 20 páginas a temas interessantes, e não apenas para a comunidade escolar, como sejam os da sexualidade, desporto, cidadania e crítica literária, entre vários outros que merecem uma atenção cuidada por parte dos seus leitores.
A seguir com atenção.
domingo, 20 de maio de 2007
O Comboio de Antigamente
O comboio de antigamente
Era a lenha e a carvão
Tinha um apitar estridente
Que avisava toda a gente
Quando chegava à estação
««»»
Onde entrava ruidoso
Fazendo grande fumarada
A lembrar monstro fabuloso
Que tudo tragava furioso
Tal fera pré-histórica depravada
««»»
E logo que a partida acontecia
Apitava avisando que ia partir
Sem reparar na tristeza ou alegria
Que pelos rostos se repartia
Insensível ao chorar ou ao rir
««»»
Uns faziam adeus das janelas
Outros do cais onde ficavam a acenar
E o gigante abria ávido as goelas
E carvão ou lenha passavam por elas
Dando-lhes brutal força p'rá carga levar
««»»
E a sua grande chaminé da combustão
Expelia faíscas, cinzas e negro fumo,
Lembrando activo e temível vulcão
E ribombava como atroador trovão
Tomando lento o destinado rumo
««»»
No seu ventre bancos de tosca madeira
Ao conforto indiferente
Para os que viajavam em terceira
Melhor para os de segunda e primeira
Era o comboio de antigamente
««»»
João M. Grazina (Jodro)
Neste poema descrevo fielmente como vi
e senti os comboios do passado, foram da
minha juventude e não só, é uma informação
genuína que deixo aos novos.
««»»
"Jodro"
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Poeta Jodro
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13:01
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Categorias: Poesia
sábado, 19 de maio de 2007
"Pensar Vendas Novas"
T
O estudo preliminar agora apresentado insere-se numa, a meu ver, oportuna decisão de proceder à revisão do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Vendas Novas (PEDVN), o qual constitui, ou deveria constituir, um instrumento absolutamente essencial para delinear um determinado rumo ou desígnio para Vendas Novas. Espero, a bem do nosso futuro colectivo, que esta revisão venha possibilitar uma taxa de aproveitamento das propostas nele contidas bem superior ao que infelizmente aconteceu nos últimos anos, em relação ao actual PEDVN.
Torna-se fácil concordar com as intenções traçadas no âmbito desta revisão, bem assim como com a metodologia que me parece estar a ser utilizada, a par do ambicioso, mas decisivo, objectivo final que se pretenderá alcançar: “Vendas Novas 2020: Um território Atractivo para Viver, Trabalhar, Investir e Visitar”.
O diagnóstico hoje apresentado pareceu-me, à primeira leitura, muito consistente com a real situação de Vendas Novas nas diversas vertentes que se consideram relevantes neste tipo de estudos. Tal é o caso das caracterizações ao nível da localização geográfica e da sua relação com as várias envolventes de proximidade, mas também as relacionadas com as qualidades endógenas da cidade e do concelho. Em relação a estas últimas, sobressaem os aspectos que se referem à demografia e às qualificações/capacidades e a sua relação com o mercado de trabalho local. Bem como todos os elementos, devidamente realçados nesta apresentação, que respeitam à actividade económica do concelho.
As chamadas "Linhas de Orientação Estratégica para Vendas Novas" agora apresentadas corresponderão, em minha opinião, à parte mais inovadora deste estudo. E porquê? Por um lado, porque já ía sendo mais que tempo de se começar a "Pensar Vendas Novas". O que constitui um importante exercício que, até agora e desde há 30 anos a esta parte, a meu ver só a espaços foi levado a cabo. Oxalá se aproveite esta oportunidade para mudar nesse particular. Mas especialmente, e por outro lado, porque as propostas apresentadas neste estudo, tal como já disse, se constituem como um factor de inovação em termos de orientação estratégica futura. E são-no a vários níveis:
- ao nível do tipo de modelo de desenvolvimento da própria cidade;
- no que respeita às variáveis que suportem a sustentabilidade desse modelo;
- quanto aos eixos de desenvolvimento a privilegiar em Vendas Novas.
Mas outras existirão, como seja, entre muitas que não abordarei neste texto por serem mais de carácter "eminentemente político", a de se definir, em tempo útil, que tipo de cidade queremos ter em Vendas Novas e se queremos ou não, verdadeiramente, cuidar da "saúde" da cidade ao nível das suas condições de funcionamento (Urbanismo, Trânsito, Saneamento, etc.), de forma a dar resposta ao objectivo da sua maior atractividade e melhor capacidade de retenção demográfica.
Sobre tudo isto gostaria, sinceramente, de atribuir o "benefício da dúvida" aos actuais decisores políticos locais. Veremos se, no futuro, terei condições para o fazer.
Em resumo, considero excelente e muito oportuna a decisão de encomendar este estudo o qual, à primeira vista, me parece poder abrir um conjunto de oportunidades, de caminhos e linhas de rumo que Vendas Novas fará bem em saber aproveitar.
Clique aqui para ler mais sobre "Vendas Novas 2020".
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João Fialho
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18:00
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Categorias: Desenvolvimento
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Uma Feira a precisar de novos espaços?
Considero esta "Feira da Logística e Indústria do Alentejo" uma excelente ideia. Não só porque espelha o dinamismo dos agentes económicos do concelho, mas também por conseguir albergar e dar um bom destaque a uma enorme diversidade de actividades das mais diversas áreas que em Vendas Novas são exercidas por pequenos e médios empreendedores. A que se soma a óptima ideia de incluir muitos dos pequenos produtores, artesãos e artistas do concelho.
Esta é já a 3ª edição da "FILDA", que se tem realizado sempre no mesmo espaço. Essa começa a ser a sua primeira limitação - o reduzido espaço disponível. Nesta edição, a Feira estendeu-se e ocupa na totalidade o espaço do largo fronteiro à Igreja dos Salesianos. Incluindo o chamado Centro Sócio-Cultural. Neste local, aparentemente já não tem por onde se expandir.
Esperemos pelo fim desta edição para, eventualmente, falarmos um pouco mais sobre qual a relevância do papel desta Feira na perspectiva dos vendasnovenses, bem como de que forma a mesma contribuirá para a afirmação do concelho.
Publicado por
João Fialho
às
18:30
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Categorias: Economia


















